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Conheça o impacto econômico da Emenda de Kigali


No último mês, a Rede Kigali enviou um documento aos deputados do Congresso Nacional reforçando a importância da ratificação da Emenda de Kigali. A Emenda foi aprovada em duas comissões da Câmara de Deputados em 2019 e o próximo passo é a sua avaliação pelo Plenário da Câmara de Deputados, para prosseguir a deliberação no Senado.
 
Além de estabelecer metas de substituição dos HFCs (hidrofluorcarbonetos), gases refrigerantes dos aparelhos de ar-condicionado e refrigeradores, a ratificação da Emenda permitirá que a indústria brasileira acesse os recursos do Fundo Multilateral para Implementação do Protocolo de Montreal. Esses recursos podem ser usados para garantir mudanças no setor produtivo em favor da produção de sistemas de ar condicionado mais eficientes e ambientalmente corretos.
 
Um estudo conduzido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), em cooperação técnica com o Lawrence Berkeley National Laboratory (LBNL), aponta que a adoção de aparelhos de ar condicionado de alta eficiência energética pode colocar mais R$57 bilhões na economia. R$ 30 bilhões deixarão de ser gastos pelo governo na geração de energia, e R$ 27 bilhões sairão da conta de luz dos consumidores. Isso apenas para aparelhos de ar condicionado de menor porte, ou seja, considerando todas as escalas de instalações, os benefícios serão bem maiores.
 
 
gráfico 1 do Fact Sheet sobre a Emenda de Kigali
 
Gráfico 2 do Fact Sheet sobre a Emenda de Kigali
 
Considerando que a climatização é particularmente importante para as unidades de saúde, e que a crise climática é uma das maiores ameaças a saúde pública no Brasil e no mundo, o PHS integra a Rede Kigali e reconhece a importância da ratificação da Emenda de Kigali pelo Brasil.
 
 
Fontes: